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Duas das maiores empresas de rádio do mundo vão assinar hoje um acordo de cooperação. Na transmissão da Rádio Internacional da China (RIC) aparecerão programas da Voz da Rússia.

Atualizado às 13h38 hora de Moscou

A Voz da Rússia e a Rádio Internacional da China (RIC) tencionam assinar um acordo sobre a abertura recíproca dos espaços midiáticos. Este acontecimento surgirá como confirmação de vínculos de parceria de longa data e prova de uma nova qualidade da relação entre a Rússia e a China. O acordo será hoje assinado pelos responsáveis das duas empresas: Andrei Bystritsky e Wang Gengnian, respetivamente.

“Na maioria dos países, a audiência das rádios vem crescendo. Podemos aproveitar esta atenção de que vimos beneficiando no sentido de tornar a vida de nossos ouvintes mais interessante, mais rica e mais variada. Espero que este acordo constitua um dos passos a dar no sentido do desenvolvimento de nossa interação”, afirmou Andrei Bystritsky, diretor da rádio Voz da Rússia.

Wang Gengnian, por sua vez, agradeceu o apoio que a Voz da Rússia vem prestando à RIC desde o início das emissões em Russo. O diretor da rádio chinesa manifestou igualmente a esperança de que “no futuro, com o progressivo aumento da cooperação econômica, cultural e social entre a China e a Rússia, concebamos projetos conjuntos ainda mais interessantes”.

Rússia e China juntas no ar!

Eles vão apresentar aos moradores de grandes megalópoles da China a história e cultura da Rússia.

A Rádio Internacional da China, por sua vez, irá colocar nas transmissões da Voz da Rússia uma série de programas de rádio em língua russa. Eles vão falar sobre as oportunidades para turistas russos na China. Este projeto é dedicado ao início do ano de turismo da Rússia na China.

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publicado às 11:25

Rádio portuguesa nos EUA celebra 25 anos de promoção da língua portuguesa

 
© Flickr.com/ freddie boy/cc-by-nc

A Rádio Voz do Emigrante, em Fall River, Estados Unidos da América, celebra no sábado 25 anos de funcionamento na comunidade portuguesa com uma gala onde Fátima Campos Ferreira e José Cid estarão presentes e serão homenageadas 25 personalidades.

No dia 17 de Março de 1988, a voz de Frank P. Baptista foi a primeira que se ouviu na frequência 1400 AM e, ainda hoje, o emigrante cabo-verdiano continua a ser o diretor da estação.

"Começamos com duas horas de transmissão ao fim de semana, mas passados dois anos tínhamos transmissões todos os dias e hoje temos 19 horas de programação diárias”, lembra Baptista à agência Lusa.

A radio cobre toda a zona sudeste de Massachussets e o estado de Rhode Island, onde se calcula viverem de 600 mil portugueses e luso-descendentes, transmitindo pela internet há cerca de uma década.

A programação é assegurada por uma equipe de 15 pessoas a tempo integral e 30 colaboradores.

Frank P. Baptista diz que "a comunidade mudou muito nos últimos 25 anos e a rádio também teve de mudar”.

"As pessoas são mais educadas, participam mais, envolvem-se na política. Estão a tornar-se americanas, mas ainda são portuguesas e emigrantes, e isso reflete-se na nossa programação", explica.

Frank P. Baptista explica que "a informação representa 60 a 70% da programação", tempo que é distribuído por blocos de notícias emitidos de hora a hora, programas de antena aberta e debates sobre questões políticas e culturais.

Para o diretor, o segredo para a continuação da rádio passa por melhorar a programação e abrir-se a outras comunidades lusófonas.

"Somos uma rádio inclusiva, também falamos para as comunidades brasileiras e cabo-verdianas, que são muito significativas nesta área. Os problemas deles, as suas preocupações, são os mesmos. Queremos ser a voz de todos os que falam português", explica.

A gala de celebração está agendada para o restaurante Vênus de Milo, em Swansea, e, além da participação da jornalista Fátima Campos Ferreira e do músico José Cid, será apresentada por Mônica Villela Grayley, diretora da seção portuguesa da Rádio Nações Unidas.

Os homenageados, um por cada ano da rádio, vão desde Phillip Rapoza, o juiz presidente do Tribunal de Recurso de Massachusetts, ao cantor Jorge Ferreira e a David M. Simas, que serve como conselheiro em comunicação e estratégia do presidente Barack Obama.

"O David colaborou com a Rádio Voz do Emigrante durante três anos e receberá um prêmio especial", disse Frank P. Baptista.

-- Diário Digital

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publicado às 10:26


Time de tops posa para campanha de lingerie

por ragnewsnoticias, em 17.03.13

http://www.agorams.com.br

Cintia Dicker, Emanuela de Paula e Flávia Oliveira posam para a Hope - Divulgação

Cintia Dicker, Emanuela de Paula e Flávia Oliveira são as novas garotas-propaganda da marca de lingerie Hope. O trio foi clicado por Jairo Goldfus e cada beldade exibe uma linha de lingerie. A gaúcha Cintia veste Nude Glam, a pernambucana Emanuela, a coleção Lace e a paranaense Flávia, a linha Touch.

Descendente de Alemães e Irlandeses, Cintia Dicker foi descoberta aos 15 anos e hoje é reconhecida ao redor do mundo por seus cabelos vermelhos naturais e suas sardas. Já fez campanhas para grifes como Yves Saint Laurent, desfilou para as famosas Gucci e Lanvin, clicou editorias para as revistas Vogue Itália e trabalhou com fotógrafos renomados como Patrick Demarchelier, Jacques Dequeker e Gui Paganini.

Emanuela já estrelou em várias campanhas internacionais e desfilou para grandes nomes como Ralph Lauren, Diane Von Furstenberg, Bottega Veneta, Alexandre Herchcovith, Reinaldo Lourenço,  fotografou para as revistas W e Marie Claire, fotografou com grandes nomes como Patrick Demarchelier, Craig McDean e Michael Thompson.

Flávia é a top das campanhas da Armani, Blumarine, Cesare Paciotti, Dolce & Gabbana, Salvatore Ferragamo; fez editoriais para publicações renomadas, como Harper’s Bazaar, e é queridinha nos desfiles de Alta-Costura, desfilou para grandes grifes como Armani Privé, Chanel, Christian Dior, Elie Saab, Givenchy e Valentino.fonte/http://www.agorams.com.br

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publicado às 02:04

Este foi o último, de uma onda de ataques sexuais que tem atingido o país desde dezembro 


Turista suíça, de 39 anos, foi estuprada por oito homens na frente do marido. Segundo o tabloide inglês Daily Mail, o casal passava férias na Índia quando os agressores, armados com tacos de madeira, os atingiram.

De acordo com a polícia local, os turistas foram “brutalmente” atacados na cidade de Datia, região central do Estado indiano de Madhya Pradesh, na sexta-feira (15).  Eles estavam viajando de bicicleta entre duas cidades quando resolveram acampar em um vilarejo.

A gangue atacou o casal atingindo-os com tacos de madeira, rederam o marido e estupraram a mulher. Os agressores ainda levaram um notebook e um celular das vítimas.

A polícia indiana interrogou oito suspeitos de terem conexão com o crime, mas ainda procura pelos verdadeiros culpados.

Este foi o mais recente, de uma onda de ataques sexuais que tem atingido o país deste a morte de uma jovem de 23 anos, torturada e estuprada, em dezembro do ano passado.fonte r7.com


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publicado às 00:39

Louise e Martine Fokkens
AFP

Duas prostitutas gémeas de Amestrdão, tidas como as mais velhas naquela profissão na capital holandesa, reformaram-se aos 70 anos, ao fim de mais de cinco décadas a "vender" o corpo.

Louise e Martine Fokkens estão a abandonar o famoso Red Light District depois de terem partilhado a cama com milhares de homens ao longo da carreira, porque acham que estão demasiado velhas para continuar.

Segundo o jornal The Sun, Louise diz que a artrite faz com que algumas posições sexuais sejam agora "demasiado dolorosas", enquanto Martine admite que o único cliente que ainda consegue atrair é um idoso que aparece uma vez por semana para uma sessão sadomasoquista.

Recorde-se que as irmãs Fokken foram objecto de um documentário no ano passado, intitulado "Meet the Fokkens". Escreveram um livro sobre a sua passagem pela indústria do sexo a que chamaram "The Ladies of Amsterdam" ("As Damas de Amsterdã", em tradução livre).

As gémeas explicam que entraram neste mundo para juntar dinheiro quando ainda eram adolescentes, mas dizem que desde que a prostituição foi legalizada, a máfia da Europa de Leste "invadiu" o ramo.

"É muito diferente hoje em dia", disse Louise. "Dantes sentávamo-nos com roupas à janela. Hoje, elas estão totalmente nuas".

"A legalização da prostituição em 2000 não melhorou a vida das prostitutas. Não há sentido em trabalhar só para os impostos. É por isso que há muitas raparigas a trabalhar pela Internet e a partir de casa, é que é menos provável serem apanhadas pelos cobradores de impostos", argumentou.

--Diário Digital

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publicado às 02:04




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