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Quase 90 elefantes massacrados no sul do Chade

por ragnewsnoticias, em 19.03.13

© SXC.hu

Pelo menos 89 elefantes foram massacrados por caçadores na semana passada numa única noite perto da cidade de Ganba, ao sul do Chade, afirmou o WWF hoje (terça-feira) num comunicado.

Entre os paquidermes mortos estavam 33 mães em período de aleitamento e 15 filhotes, indicou a organização de defesa do meio ambiente.

"Os caçadores, pelo menos 50 homens a cavalo, falavam, em 'árabe", segundo líderes locais citados pelo comunicado, que afirmaram que o exército do Chade foi enviado para 
"parar os criminosos".

"É um dos piores incidentes de caça na região desde o massacre de mais de 300 elefantes no Parque Nacional camaronês de Buba N'Djida (norte) em Fevereiro de 2012", 
ressaltou o WWF.

"De acordo com as evidências, foi o mesmo grupo de caçadores sudanês que matou (os 300 elefantes nos Camarões), obrigando o país a mobilizar forças especiais para proteger 
os elefantes", considerou Bas Huijbregts, chefe da campanha da WWF contra o comércio ilegal de espécies selvagens na África Central.

Este incidente no Chade, segundo a organização, coloca em evidência a necessidade de uma abordagem regional para combater a caça.

Em muitas zonas estratégicas da África Central, os caçadores se aproveitam da porosidade das fronteiras para circular de um país para o outro. Na África, uma parte do 
dinheiro deste tráfico de animais serve para financiar vários grupos armados, afirma a WWF.

"Contudo, apenas o fim da demanda por marfim em países como a Tailândia e a China que asseguraria a sobrevivência dos elefantes na África Central", considerou Huijbregts.

O preço do quilo do marfim ultrapassou os 2.000 dólares no mercado negro asiático por causa da demanda em constante aumento, segundo várias ONGs.

De acordo com um relatório da WWF de Dezembro de 2013, a caça, com um lucro estimado em 19 bilhões de dólares por ano, se tronou o quarto maior mercado ilegal do 
mundo, atrás das drogas, dinheiro falsificado e tráfico humano.

-- Angop

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publicado às 19:55


Brasil luta para preservar tubarões ameaçados

por ragnewsnoticias, em 14.03.13
No Brasil, onde 67% das espécies de tubarão estão ameaçadas de extinção, entrou recentemente em vigor uma Instrução Normativa que proíbe a prática do finning, determinando o desembarque de tubarões e arraias com todas as suas nadadeiras aderidas ao corpo, sem mutilações.
O governo alertou que vai suspender os cadastros, as autorizações, inscrições, licenças, permissões ou os registros da atividade pesqueira de embarcações, pescadores profissionais ou amadores e de indústrias de pesca que desrespeitarem a proibição. Mas, levando em consideração à grande extensão da costa nacional, a fiscalização de todas as atividades desenvolvidas ao longo do litoral brasileiro representa um grande desafio para as autoridades.
No último dia 4, a Sea Shepherd internacional publicou em seu site uma matéria contando sobre a origem de milhares de barbatanas de tubarão que haviam sido fotografadas em cima do telhado de um prédio em Hong Kong, no final do ano passado. No texto, eles mencionam vários aspectos relacionados ao tráfico internacional desse tipo de produto, citando o Brasil como um dos principais fornecedores e, ao mesmo tempo, ressaltando os esforços das autoridades para combater a prática do finning.
O termo finning designa um tipo de pesca cruel, na qual as nadadeiras de tubarões, cações e arraias são retiradas e os animais são devolvidos ao mar logo em seguida, ainda com vida, e acabam virando comida de outros peixes ou apodrecem no leito do oceano.
leia o restante da matéria no/@voz da Rússia

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publicado às 13:54


Será possível clonar um mamute?

por ragnewsnoticias, em 11.03.13

ZOÓLOGOS RUSSOS FIZERAM TREPANAÇÃO DO CRÂNIO DE UMA CRIA DE MAMUTE, YUKA, ENCONTRADA EM 2010 NA REPÚBLICA DA YAKÚTIA, NO NORDESTE DA SIBÉRIA. TAL OPERAÇÃO PERMITIRÁ ESTUDAR DETALHADAMENTE PELA PRIMEIRA VEZ O CÉREBRO DE PARENTES EXTINTOS DE ELEFANTES E INVESTIGAR PARTICULARIDADES DE SEU COMPORTAMENTO. Os hemisférios cerebrais de esquerda e de direita de Yuka são bem conservados graças ao solo perenemente congelado, sendo este descobrimento grande sorte para cientistas. O cerebelo, a hipófise e o córtex cerebral encontram-se em bom estado. Tal permitirá a cientistas investigar as particularidades de estrutura do cérebro de mamutes. Será possível também reconstruir as caraterísticas do comportamento dos representantes extintos da família Elephantidae. Esta é praticamente uma sensação. Até hoje, o procedimento de mamutes foi julgado apenas hipoteticamente. Os crânios de mamutes encontrados anteriormente foram frequentemente danificados. Habitualmente, o cérebro faltava mesmo em crânios inteiros: secava ou se desintegrava, impossibilitando estudar esta parte de enormes mamíferos. O cérebro de Yuka será estudado em Moscou. Cientistas investigarão também o corpo do animal pré-histórico. Sua pele ainda conserva sinais de garras e dentes de leões das cavernas que habitavam na Sibéria e na Europa. O corpo contém também cortes provocados por armas de pedra de trogloditas.lei mais aqui/http://www.ronaldoadrianolelo.com/

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publicado às 16:22

© Flickr.com/rob\'s lensonlife/cc-by-nc

A FORTE CHUVA QUE ATINGIU ONTEM O RIO DE JANEIRO FEZ COM QUE 9.079 RAIOS CAÍSSEM NO ESTADO ENTRE AS 18:00 E AS 24:00, DOS QUAIS 2.149 SÓ NA CAPITAL FLUMINENSE, SEGUNDO RELATÓRIO DO ELAT/INPE (GRUPO DE ELETRICIDADE ATMOSFÉRICA DO INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS).

De acordo com o Inpe, terça-feira foi o dia deste ano em que caíram mais raios no território fluminense e na cidade do Rio. Os dados referentes à capital fluminense são considerados, segundo o instituto, "acima do normal".
Na zona sul, descargas eléctricas deixaram duas vítimas fatais e outras duas pessoas morreram em outras circunstâncias durante o temporal.
Desde o início de Janeiro, as chuvas de Verão já provocaram a queda de 5.232 raios no estado do Rio, 3.840 a mais em relação ao mesmo período do ano passado (aumento de 36,2%).
Segundo a Prefeitura do Rio de Janeiro, a quantidade de chuva que caiu sobre a cidade na noite de terça-feira seria equivalente a 70% do esperado para todo o mês de Março.

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publicado às 12:25

© SXC.hu

EXPLORADORES RUSSOS DAS REGIÕES POLARES CONTINUAM ESTUDANDO A HISTÓRIA MILENAR DO NOSSO PLANETA. NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA RUSSA PROGRESS, UM GRUPO DE PESQUISADORES RUSSOS PERFUROU ALGUNS "OÁSIS", OU SEJA, ÁREAS SEM GELO, À PROFUNDIDADE DE 15 METROS. AS ROCHAS SEDIMENTARES SE FORMARAM DURANTE MILÊNIOS, PODENDO SER CONSIDERADAS UMA ENCICLOPÉDIA DA HISTÓRIA GEOLÓGICA DA TERRA.

É sobejamente sabido que o Pólo Sul está coberto por uma camada de gelo com a espessura de até 4 km, cabendo aos "oásis" apenas 1% da área. Os cientistas russos foram os primeiros a investigar este fenômeno. A perfuração foi feita mediante o uso de um dispositivo portátil para recolher as amostras do poço. Quanto mais se penetra no solo, tanto melhor se entende a "crônica geológica". Os estratos de minerais podem encerrar um percurso histórico de 40.000 anos. Em uma fase seguinte, serão efetuadas análises químicas e isotópicas, bem como a datação por radiocarbono que ajudarão a decifrar mudanças do clima, deslocações de geleiras e alterações do nível do mar.
Via da regra, os captadores são introduzidos no poço. Deste modo, se torna possível registrar dados sobre as temperaturas em profundidades diversas. Nos 8 anos passados, os cientistas conseguiram criar uma rede de monitoramento das rochas geladas do Hemisfério Sul. Os poços termométricos existem nas estações árticas russas Leningradskaya, Russkaya, Bellingshausen e Novolazarevskaya. Um poço análogo está ativo também na estação Progress. Lembre-se que uma das tarefas importantes é de saber como o pergelissolo reage ao aquecimento global.
Uma parte das amostras será estudada por especialistas em microbiologia, que se esforçam por "ressuscitar" bactérias congeladas há dezenas de milênios. O permafrost da Antártida é o mais antigo e mais gelado, contendo os microorganismos mais antigos.
Se nas rochas da Antártida forem encontrados sinais da vida de há 30 milhões de anos, os cientistas poderão descobrir um fenômeno semelhante em Marte.
Em opinião geral, esta zona do nosso planeta é o melhor análogo para o estudo de eventuais habitats extraterrestres. As técnicas e as metodologias testadas na Antártida poderão ser utilizadas ainda nos estudos de amostras trazidas da Lua e de Marte. Atualmente, amostras únicas no gênero se encontram armazenadas em geladeiras do navio Akademik Fiodorov, que está navegando rumo ao continente.
fonte voz da Rússia

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publicado às 12:00




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