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EPA

Segundo o diretor da NASA, Charles Bolden, são unicamente as orações que no contexto atual podem evitar uma catástrofe em caso de ameaça de queda de um asteoide na Terra.

Semelhantes declarações vêm surgindo na sequência da explosão de um meteorito ocorrida no último mês de fevereiro nos arredores de Chelyabinsk, Rússia, que deixou mais de 1.500 feridos.

A NASA descobriu que cerca de 95% dos grandes asteroides ameaçam potencialmente a vida na Terra.

FONTE @voz da Rússia

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publicado às 11:13


Cientistas encontraram “oásis” em Marte

por ragnewsnoticias, em 19.03.13

O espectrômetro de nêutrons DAN instalado a bordo do rovermarciano Curiosity fixou uma distribuição irregular de águas no subsolo marciano.

Agora, os cientistas deverão averiguar a razão da umidade em certas zonas da superfície do Planeta Vermelho, que poderão ser chamadas de “oásis” no meio do deserto marciano.

O aparelho DAN já levou a cabo centenas de medições da superfície, empregando o método de sondagem neutrônica. Os dados obtidos permitiram estudar a distribuição da água no subsolo e constatar que a alíquota da água na camada superior do solo, via de regra, difere de sua alíquota numa profundidade superior a 10-20 cm.

fonte @ voz da Rússia

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publicado às 10:49


Cometa pode colidir com Marte

por ragnewsnoticias, em 05.03.13


  © ru.wikipedia.org/Remanzacco Observatory/cc-by-sa 3.0



EM 2014, O NOSSO SISTEMA SOLAR PODE PERDER O PLANETA MARTE, PELO MENOS, NA FORMA COMO TODOS NOS ACOSTUMÁMOS A VÊ-LO. SEGUNDO CALCULARAM CIENTISTAS, O COMETA C/2013 A1, COM UM DIÂMETRO DE 50 QUILÔMETROS,  PODE COLIDIR COM O PLANETA EM MEADOS DO OUTONO.




Tal pode levar a consequências imprevisíveis. O planeta vermelho pode abrir fendas, o eixo de Marte pode deslocar-se e em sua superfície pode aparecer água. Os habitantes do nosso planeta não precisam de se preocupar – tranquilizam os cientistas – a catástrofe não influirá de modo algum na Terra.

De acordo com os cálculos, o cometa C/2013 A1 aproximar-se-á da superfície de Marte a uma distância de 37 mil quilômetros em outubro de 2014. Estes dados são calculados e recalculados, mas chegam a uma conclusão: a probabilidade de colisão é muito grande. Os cientistas podem predizer o embate, mas é praticamente impossível calcular as suas consequências, diz Viktor Siniavski, consultor científico da corporação Energia:

“A colisão pode quebrar o planeta, mudar seu eixo, alterar o clima, as mais diversas coisas! O cometa possui grande quantidade de hidrogênio e, por isso, é difícil fazer prognósticos. A colisão, se acontecer, influenciará consideravelmente naquele planeta. Não duvido disso”.

Esta posição é apoiada pelo redator da revista Aviapanorama, Serguei Filipenkov. Na opinião do perito, em qualquer caso, o cometa causará prejuízos a Marte:

“Isso será perigoso para Marte. Primeiro, em resultado da colisão irá desprender-se uma grande quantidade de energia, correspondente a uma explosão termonuclear muito potente. Segundo, se o cometa for de gelo, a água contida no corpo celeste atingirá Marte. Uma vez que o planeta tem uma atmosfera muito rarefeita, esta água irá gelar imediatamente. É muito provável que a colisão deixe cicatrizes no planeta. Na superfície de Marte já existe um desfiladeiro de centenas de quilômetros de comprimento, produzido em resultado de uma colisão anterior com um asteroide potente e não com um cometa, tendo a atmosfera de Marte sido evaporizada na altura”.

Alguns cientistas calcularam que a próxima colisão poderá ser comparada a uma explosão de 20 biliões de quilotoneladas de TNT. Mas as distâncias espaciais são tão grandes que é pouco provável que os habitantes da Terra sintam as consequências deste acontecimento. Por isso, não há motivos para receios, não duvida Viktor Siniavski.

“Estes planetas não influenciam a Terra. O Sol exerce uma influência, a Lua também, provocando marés, mantendo o eixo, ou seja influencia positivamente a estabilização da Terra. Mas estes planetas não exercem qualquer influência. Não vejo razões de esperar que este acontecimento nos influencie de modo algum”.

O cometa C/2013 A1 foi descoberto em janeiro último pelo astrônomo amador australiano Robert McNaught. Segundo previsões de cientistas russos, o corpo celeste voará a uma distância de 105 mil quilômetros do centro de Marte a 19 de outubro de 2014.



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publicado às 17:04

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RIA Novosti

 

 

 

No fundo do lago Chebarkul (Urais) foram detectadas várias anomalias do campo magnético que podem estar associadas à queda de grandes fragmentos do meteorito de Chelyabinsk.

Conforme relatou a Universidade Federal dos Urais, o mapa de anomalias mostra que, durante a queda, o meteorito se dividiu em vários pedaços que agora se encontram no fundo do lago.

A chuva de meteoros ocorreu em 15 de fevereiro em cinco regiões da Rússia: na região de Tiumen, Sverdlovsk, Chelyabinsk, Kurgan e na Bashkiria. A queda do meteorito feriu mais de 1.500 pessoas.

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publicado às 12:22




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